sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Je t'embrasse dans mes rêves

Já a algum tempo que não te escrevo, na realidade já há alguns dias que não falamos nem tenho noticias tuas…Confesso que o dia-a-dia camufla toda a saudade que se possa sentir.Apesar de ter uma vida rotineira, acabo por andar sempre entretida e abstraída, nem que seja com alguma coisa fútil…depende do referencial.Ouço as tuas músicas diariamente e faço questão de ouvi-las inúmeras vezes, como se fossem o único momento em que pertences ao meu espaço. Longe ou perto já o invadiste, mesmo que involuntariamente.Apercebo-me do quanto gosto de escrever…aliás, de te escrever.Nestas palavras muitos são aqueles que encontram algo para gozar.Destas palavras, poucos são aqueles que sabem retirar alguma coisa.Estas palavras estão repletas de sentido e, se no meio de tanto jogo de palavras não entenderes nada do que te quero dizer, não faz mal! Só pelo facto de me motivares a dizer o que me apetece…já valeu a pena!Bem, na realidade, nem há muito para dizer. Haveria se existisse uma história no passado ou no presente. Estranho esta situação.Todos estes textos são apenas textos grandes, pois na realidade não são grandes textos, e acho deveras engraçado a quantidade de pessoas que não passará da primeira frase. Por isso é que não escrevo para mais ninguém. Se dedicasse isto a grande maioria que por aqui passa, uns gozariam, outros perderiam a paciência, outros não entenderiam nada e muito menos dariam o devido valor.Não sei se esta será a ultima carta que te escrevo! Deixei de ter o que te dizer e decerto compreendes.Mas agora não perderei a vontade de relatar o que me apetecer a quem quer que seja, aliás, comparar-te a qualquer um seria injusto…escreverei apenas a quem merecer tais palavras, do mais simples que existe mas do mais sincero que alguém um dia poderá receber. E isto não é um “adeus”…é um “até logo”. Bisous

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