Questiono-me se vale a pena...
Pergunto-me se lês o que escrevo.
Pondero se entenderás que é para ti ou se te afastas por achares que é para outrem.
Desejo que isto acabe, quando na realidade ainda nem começou. Conheço-te tão pouco…mas já disseste tanto, um tanto que é nada, um nada que o coração quer transformar em tudo, um tudo que a razão não aceita. Eu não aceito. Parvoíce! Não posso aceitar.
Reformulo o velho ditado: “os sentimentos têm razões que a própria razão desconhece.
Desconheço o que sinto…mas sinto!
Fujo da ansiedade de ter noticias tuas…mas ela persegue-me, pressiona-me. Não gosto de ser pressionada!
A expressão do teu olhar tornou-se suficiente para desejar quebrar promessas…grave! Não pode ser assim.
Mas o que não pode ser assim? Quebrar promessas ou fazer promessas que não devem ser feitas? Começo a apostar na segunda hipótese. O dia-a-dia é que condiciona a minha vida que é feita de momentos, quanto mais voamos e idealizamos, maior será a queda.
Sim, com isto entendesse que já ando a voar, ainda que baixo.
Se os momentos fossem para sempre, tudo seria mais fácil, mas “o sempre, sempre acaba”…
Pondero tudo o que estou a sentir.
Pergunto-me se sentirás esta mesma idiotice.
Questiono-me se vale apena.
1 comentário:
Bom texto , incógnita é um presente!
27 de maio dia dos meus anos hahah
obrigado xD
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